Recentemente, coloquei no blog, baseado em dados de consultoria, que se todos os aeroportos cumprissem suas obras em ritmo acelerado, no prazo, para a Copa 2014, não atenderiam a demanda interna, já que crescemos 15% ao ano e o nosso planejamento para os aeroportos já nasce defasado.
No evento que participei em Las Vegas, chamado "information on demand", ou seja, informação sob demanda, se discutiu muito sobre o uso da informação através soluções simples de Bi (Business Intelligence) e a análise Preditiva, que sugere muito mais do que organizar, mas usar a informação de forma a planejar, preparar, ou seja, de forma inteligente.
Penso que se o setor público utilizasse esses conceitos básicos, integrando processos e informações, poderia tomar atitudes mais inteligentes, estratégicas e reduziria a margem de erro das execuções, evitando assim o desperdício do dinheiro público, que é caótico.
Circulando pelos governos municipais, estaduais e federais, percebemos o "ABISMO" em que nos encontramos. Com exceção de alguns poucos casos, o setor público não se importa muitos com essas informações estruturadas e, muito menos, com a análise preditiva, que poderia trazer muita qualidade de vida e melhorias para a população em geral, como é o exemplo da reconstrução dos aeroportos Brasileiros.
A ação é tão simples assim? Não. Só que quando começamos a imaginar o que temos disponível em termos de tecnologia hoje em dia, com as necessidades do setor público, e o que de fato executamos, a decepção é enorme. É muito dinheiro jogado no "lixo".
Definitivamente, precisamos de um choque de gestão. Será que esse governo vai conseguir ?
Precisamos cobrar mais e também ajudar os deputados e senadores. Infelizmente, poucos tem a essa capacidade de ter idéias e criar projetos de lei.
Precisamos cobrar mais e também ajudar os deputados e senadores. Infelizmente, poucos tem a essa capacidade de ter idéias e criar projetos de lei.

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